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Doenças foliares e restrição hídrica geram alertas para produtores de feijão

Apesar da sensibilidade do feijão à falta de água, especialmente em fases reprodutivas, ainda não há um grande impacto na produção
17 nov 2024 às 19:00
Por: AGROLINK

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (14), o cultivo do feijão de primeira safra segue estável no Rio Grande do Sul, com perspectivas de intensificação a partir do final de novembro até meados de dezembro, especialmente na região dos Campos de Cima da Serra. Responsável por cerca de um terço da produção estadual, a área deverá alcançar 28.896 hectares, segundo a projeção da Emater/RS-Ascar para a safra 2024/2025. A produtividade média estimada é de 1.864 kg/ha.


As lavouras estão em bom desenvolvimento e avançam rapidamente para os estádios reprodutivos. Entretanto, terrenos mais inclinados e com chuvas insuficientes nos últimos dias já apresentam sintomas de restrição hídrica. Apesar da sensibilidade do feijão à falta de água, especialmente em fases reprodutivas, ainda não há um grande impacto na produção.


Outro ponto de atenção é o aumento discreto na incidência de doenças foliares, como a antracnose, que afeta hastes, folhas e vagens. A doença tem sido controlada com aplicações pontuais de fungicidas, mantendo as lavouras em condições adequadas, conforme apontaram os dados da Emater/RS.

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Situação Regional


De acordo com o informativo, na região administrativa de Ijuí, o plantio foi concluído. A maior parte das lavouras está em desenvolvimento vegetativo (69%), enquanto 20% estão em floração, 10% em enchimento de grãos e 1% em fase de maturação. Em Pelotas, a semeadura avançou para 46%, com 96% das plantas em estágio vegetativo e apenas 4% em fases reprodutivas.


Já em Santa Maria, a maior parte das áreas encontra-se em estádios reprodutivos, com 2% da área já colhida. Na região de Soledade, o avanço para os estádios de floração e enchimento de grãos é notável, embora a umidade do solo comece a cair em algumas lavouras, exigindo atenção no manejo.

No mercado, o preço médio da saca de 60 kg permaneceu estável em relação à semana anterior, cotado em R$ 303,75, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar.

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