Cidade

Insegurança em rotatória da zona leste gera pedidos por redutores de velocidade

22 jan 2026 às 19:49

Moradores de diversos bairros da zona leste de Londrina, como Vicente Palotti, Armindo Guazzi, Alexandre Urbanas e Guilherme Pires, relatam dificuldades diárias para transitar pela rotatória que interliga as avenidas Máximo Pérez Garcia, Jamil Scaff e Orlando Sisti. O principal ponto de conflito é a alta velocidade dos veículos, que transforma a travessia de pedestres em uma tarefa de alto risco.


A situação é considerada crítica para quem tenta cruzar a Avenida Jamil Scaff. Segundo relatos da comunidade, a visibilidade no trecho é comprometida, especialmente em relação aos automóveis que emergem da Avenida Máximo Pérez Garcia. O comerciante José Carlos Alves afirma que o local é palco de acidentes frequentes, muitos deles com gravidade, devido à imprudência e à falta de sinalização adequada para a proteção de quem caminha pela região.


Rose de Souza, moradora do bairro Vicente Palotti, destaca que a parte superior da rotatória exige atenção imediata das autoridades. A principal reivindicação dos moradores, encaminhada à CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), é a instalação de dispositivos para controle de velocidade. A implementação de uma faixa elevada é vista como a solução mais eficaz, pois forçaria a redução da velocidade e garantiria uma passagem segura para pedestres, ciclistas e motociclistas.


Durante a permanência da equipe de reportagem no local, foram flagrados diversos momentos de perigo envolvendo adultos, crianças e idosos. Sem o apoio de redutores de velocidade, os pedestres são obrigados a aguardar longos períodos e redobrar os cuidados para evitar atropelamentos. A comunidade espera que o poder público realize as intervenções necessárias antes que novas colisões ou fatalidades ocorram no cruzamento.