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Possível criação do cargo de assessor parlamentar em Palotina divide a população

O presidente da Câmara de Vereadores, Thiago Mostachio, afirmou que a aprovação do projeto é quase unânime entre os vereadores e destacou que a câmara está há mais de 20 anos sem contratar novos servidores
24 mar 2025 às 16:27
Por: Portal Tarobá

A criação do cargo de assessor para vereadores de Palotina tem gerado polêmica, suscitando diversas opiniões no município. O projeto de lei foi discutido na Câmara de Vereadores, com a primeira votação ocorrendo no dia 17 de março. A segunda votação estava marcada para esta segunda-feira (24), mas o projeto foi retirado de pauta.


O projeto cria o cargo de assessor parlamentar para os vereadores, com a função de realizar diversas atribuições, desde a elaboração de projetos até o atendimento à população. Esse cargo já existe na maioria dos municípios paranaenses.


O presidente da Câmara de Vereadores, Thiago Mostachio, afirmou que a aprovação do projeto é quase unânime entre os vereadores e destacou que a câmara está há mais de 20 anos sem contratar novos servidores, sendo sete de carreira, e desses, apenas três sãao assessores: um de áudio e vídeo, um de imprensa e um jurídico.


Nas ruas, as opiniões se dividem. Algumas pessoas são favoráveis à criação do cargo, enquanto outras se opõem.

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O projeto original garantia um assessor para cada vereador, mas uma emenda foi proposta, ajustando o documento e reduzindo a quantidade para cinco assessores.


O que chama a atenção é que Palotina, com mais de 35 mil habitantes, é um dos poucos municípios da região que não possui assessores parlamentares, uma realidade diferente de outros municípios próximos. Por exemplo, Santa Helena, com cerca de 25 mil habitantes, e Assis Chateaubriand, com 36 mil, já contam com assessores auxiliando os trabalhos dos vereadores há algum tempo. Cada assessor receberia R$ 4.800.


Thiago Mostachio, presidente da Câmara de Vereadores, afirmou que o assunto ainda será discutido e pode retornar à pauta em uma próxima sessão, ressaltando que a retirada não ocorreu por pressão popular.

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