No meio dessa tensão estavam 23 turistas brasileiros, que acabaram permanecendo por mais de uma semana abrigados em um navio atracado na cidade.
A coordenadora do grupo, Cristina Strick, relembra os bastidores do período de incerteza e medo vivido pelos passageiros durante os dias em que permaneceram no navio.
A professora aposentada Sebastiana Shimazaki também relata a tensão de enfrentar a situação longe de casa. Segundo ela, a cada cancelamento do retorno ao Brasil, o medo voltava a crescer entre os viajantes.
O marido dela, o também professor aposentado Titol Shimazaki, conta que preferiu evitar acompanhar constantemente as notícias pela televisão. Ainda assim, segundo ele, a família no Brasil acompanhava de perto tudo o que estava acontecendo.
Apesar do medo constante de possíveis ataques, o grupo destacou a importância do apoio psicológico da coordenadora, das orientações de segurança do consulado e da rede de orações de amigos e familiares em Londrina, que ajudaram a manter a calma até a chegada segura ao Brasil.
Veja na íntegra a entrevista.